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NOVAS COMÉDIAS terça-feira 31 julho, 2007

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THE BIG BANG THEORY – Ep. Piloto (Inédito no Brasil)

Sinopse: Conheça dois gênios com muita coisa para aprender. Leornard e Sheldon sabem tudo de física, mas não entendem nada sobre mulheres, o que pode começar a mudar quando uma nova vizinha aparece para ensiná-los algumas coisas sobre a teoria do Big Bang.

The Big Bang Theory

Junte nerds + mulher bonita e o resultado é The Big Bang Theory. Comédia ingênua que explora a já mais que batida fórmula dos filmes de nerds, mas constrói um divertido cenário onde piadinhas típicas de auditório funcionam com autêntica graça. A dupla de nerds em questão usa e abusa de diálogos bacanas nesse piloto e dá mostras de que está afiada (destaque para o mau humorado Sheldon). Veredito: Tem tudo para se transformar em uma grata surpresa da nova temporada de séries e certamente voltarei a conferí-la. A estréia oficial acontece no dia 24 de Setembro no canal americano CBS.

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CAVEMAN – Ep. Piloto (Inédito no Brasil)

Sinopse: Joel, Andy e Nick, são três homens das cavernas que vivem na cidade em busca de espaço e aceitação no ‘Sonho Americano’. A série é baseada em comerciais de uma seguradora americana, cuja propaganda vendia a idéia de que o serviço oferecido era tão simples, que “até um homem das cavernas poderia fazê-lo”.

Caveman

Que tal pegar uma péssima idéia, maquiá-la como pregação contra a discriminação e produzir uma comédia sofrível que simplesmente não faz rir? É isso que Caveman faz. Não há absolutamente nada que se salve nesse piloto que é certamente uma das coisas mais lamentáveis que já vi. A boa notícia? O cancelamento dessa série que estréia no dia 2 de outubro vai ser tão rápido que muita gente não vai nem notar que ela existiu. Aliás, tenho quase certeza que o executivo da ABC que aprovou a idéia o fez bêbado.

Por Davi Garcia

LIPSTICK JUNGLE (Série) segunda-feira 30 julho, 2007

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Ep. Piloto (Inédito no Brasil)

Sinopse: Baseada no livro da autora de Sex and the City, Candace Bushnell, Lipstick Jungle mostra a vida de 3 das “50 mulheres mais poderosas” segundo o The New York Post, dispostas a fazer quase tudo em troca do sucesso no mundo dos negócios. Wendy Healy (Brooke Shields) é uma executiva da indústria do cinema, Victory Ford (Lindsay Price), uma designer de moda, e Nico Reilly (Kim Raver), editora chefe de uma famosa revista de moda. A ambição deste trio para alcançar seus objetivos certamente pode levá-las ao topo, mas a que custo pessoal?

Lipstick Jungle

Confesso que nunca acompanhei com regularidade a elogiada Sex and the City, mas por saber que esta Lipstick Jungle é igualmente baseada em um livro da mesma autora, resolvi conferir o episódio piloto desta, que é uma das novas apostas do canal americano NBC para a temporada 2007/2008. Se em Sex and the City o mote era a busca de 4 mulheres pelo amor em plena Nova York, aqui a busca é pelo sucesso e reconhecimento profissional. A tagline da série (que só estréia nos EUA no dia 1º de Janeiro), faz inclusive uma brincadeira que tenta ao mesmo tempo relacionar e diferenciar as duas séries. “Essas mulheres não estão à procura do Mr. Big, elas são Mr. Big.

Missão de episódio piloto, sabemos bem que é a de fazer as apresentações formais de elenco e trama, e é isso o que acontece aqui. O trio de protagonistas é interessante e o núcleo central da trama tem boas chances de atrair não apenas os fãs órfãos de Sex and the City, mas sobretudo o público formado exatamente pelo tipo que é retratado na série, mulheres contemporâneas e que vivem o eterno conflito entre carreira e família. Atrativo à ala masculina: Brooke Shields. Preciso dizer mais alguma coisa?

Frase do Episódio:

“Estou cansado de acompanhá-la em festas e não ter o que dizer quando perguntam o que eu faço da vida.” (Shane Healy, marido da personagem de Brooke Shields cansado de viver à sombra da esposa)

Curiosidade:

A série reune 2 ex-intengrantes da série 24 Horas. Kim Raver (Audrey Raines, interesse amoroso de Jack Bauer) e Julian Sands (Vladimir Bierko, o vilão da 5ª temporada).

Por Davi Garcia

DURO DE MATAR 4 (Filme) domingo 29 julho, 2007

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Título Original: Live Free or Die Hard

Sinopse: Quando o sistema da divisão de crimes cibernéticos do FBI é hackeado, a 1ª medida tomada é tirar todos os hackers conhecidos das ruas para interrogá-los. Um detalhe porém atrapalha o plano, é 4 de julho e a maioria dos agentes federais está de folga. A saída? Pedir ajuda da polícia, e é aí que o bom e velho John McClane surge com a missão de levar um hacker chamado Farrel para o FBI. Missão simples mas que logo revela mais um cenário infernal que suga McClane para o centro da ação.

Duro de Matar 4

Se fosse combinado não seria exagero. Ex-astros de filmes de ação da década de 80 reunem-se e decidem tirar seus personagens da aposentadoria para voltar à ativa. Deu certo com Sylvester Stallone e seu Rocky Balboa (Rambo 4 também vém aí) e chegou a vez de Bruce Willis provar que se John McClane já não exibe a mesma forma de antes, continua com seu repertório de sarcasmo e piadinhas mesmo quando a coisa fica feia para o seu lado. Duro de Matar 4 é um filme absurdamente exagerado, mas igualmente divertido e cheio de cenas de ação de tirar o fôlego. Se falta aqui um co-adjuvante tão carismático como o de Samuel L. Jackson no 3º filme, sobra inspiração em boa parte dos diálogos e na trama simplória que serve como uma verdadeira catapulta para as tiradas espertas de McClane.

Um aspecto que dá ao filme um charme especial, além do constante ciúme do protagonista com sua filha, é o fato de que o roteiro não ignora a passagem do tempo desde a última vez que vimos McClane destacando o quão ultrapassado ele estaria para encarar os desafios de uma era em que os vilões usam e abusam da tecnologia. Mas, para que se preocupar com senhas e saídas mirabolantes com computadores quando se pode contar com ajuda de um hacker do bem (aparição de Kevin Smith como um nerd recluso e viciado em Star Wars) e com a alternativa de resolver tudo na base da porrada com muita ação? Pois é isso que Duro de Matar 4 oferece e com a eficiência de um veterano que prova que ainda tem gás para muito mais.

Diálogo do filme:

“Você derrubou um helicóptero usando um carro!” (Matt Farrel)

“Eu estava sem balas.” (John McClane)

Curiosidades:

1) O cantor e dublê de ator (ou vice-versa se preferir) Justin Timberlake chegou a negociar para fazer um filho de John McClane.

2) No início dos créditos quando o nome de Kevin Smith surge na tela, a letra “m” de Smith desaparece e or poucos segundos vemos apenas a palavra “Sith”. Uma homenagem à paixão de Kevin Smith por tudo que se relaciona ao universo de Star Wars.

Por Davi Garcia

DAMAGES (Série) domingo 29 julho, 2007

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Ep.Piloto (Inédito no Brasil)

Sinopse: Nova York é o cenário de Damages , thriller jurídico que explora as minúcias da natureza do poder e do sucesso através das vidas de Patty Hewes (Glenn Close), advogada renomada por pegar grandes casos e sua nova funcionária Ellen Parsons, contratada quando um litígio envolvendo o suposto empresário corrupto Arthur Frobisher (Ted Danson) ganha repercussão e no qual ela acabará desempenhando papel central como testemunha quando o cenário revelar que vidas e fortunas estão em jogo.

Damages

Quando li a respeito dessa série no Falando Série pela 1ª vez algumas semanas atrás, logo pensei que seria mais um drama arrastado sobre advogados descarregando o ‘juridiquês’ em uma trama igualmente enfadonha. Ledo engano. Primeiro porque o canal que começou a exibí-la no último dia 24 nos EUA, é o FX, famoso por dar espaço a séries mais adultas e polêmicas e segundo porque Damages prima realmente por construir um thriller dos mais interessantes e convidativos. E o cartão de visitas da série pode ser definido com um nome: Glenn Close. A consagrada atriz empresta um ar que vai do carisma à ameaça em questão de segundos e cada aparição de sua personagem transmite um senso de ambigüidade absolutamente brilhante.

Quem zapeia pelos canais ao longo da semana sabe que a tv está repleta de séries jurídicas, e nesse mar de opções é difícil apontar uma com um conteúdo bom como a de Damages. Aqui não há ‘juridiquês’ exagerado ou mesmo casos mirabolantes. É tudo sobre o jogo de manipulação, mentiras, segredos e mais mentiras. Elementos que em conjunto tornam os desdobramentos da trama absolutamente imprevisíveis e um prato cheio para quem gosta de séries com bons personagens, conteúdo e onde nem tudo é o que parece.

Curiosidades:

1) A estréia da série rendeu uma audiência e 3,7 milhões ao FX. Número semelhante à estréia de Nip Tuck e considerado excelente para um canal a cabo.

Por Davi Garcia

BIONIC WOMAN (Série) domingo 29 julho, 2007

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Ep. Piloto (Inédito no Brasil)

Sinopse: Jaime Sommers é uma jovem que trabalha para cuidar de sua irmã mais nova e tenta dar seqüência a um relacionamento amoroso recente. Sua vida vira do avesso depois de sofrer um terrível acidente e carro que a deixa com graves ferimentos. Sua única chance de sobreviver? Receber implantes biônicos de um projeto secreto do governo para o qual seu namorado trabalha e que lhe dará incríveis habilidades que lhe cobrarão um alto preço a ser pago.

Bionic Woman

Depois do sucesso de Heroes, a nova aposta do canal Americano NBC no terreno da ficção é este remake da clássica Mulher Biônica (exibida nos anos 70). Assistir o episódio piloto e não compará-la a Painkiller Jane – outra série atualmente em exibição – é inevitável, mas se na outra faltam histórias e personagens interessantes, aqui a premissa promete ser um pouco melhor sobretudo por manter um climão de mistério por trás da real natureza do projeto que recupera feridos graves com partes biônicas capazes de regenerá-los dando-lhes força sobre-humana que afetam suas personalidades.

O episódio piloto da série cumpre bem o papel de introduzir os personagens e claro, dividir os lados entre os bons e os maus da história. Temos as primeiras ‘cobaias’ do projeto que deu errado buscando vingança, o cientista/namorado da protagonista tentando livrá-la do destino eminente de ter que servir ao governo que proporcionou sua salvação, o chefe do projeto que põe em cheque o sucesso do projeto e por aí vai. Por tratar-se de uma ficção, é óbvio que a série terá um público bastante específico longe talvez de render altas audiências, por isso creio que consolidar uma boa trama será essencial para confirmá-la como uma boa aposta, ou um simples remake oportunista. Por enquanto fico na expectativa do que virá pela frente e na torcida para que não transformem a série apenas em uma ficção de ação. A estréia oficial na tv americana ocorre no dia 26 de Setembro.

Frase do Episódio:

“Lobos só são domesticáveis quando pensam que são cachorros” (Jay, membro do projeto falando sobre os riscos de se confiar na nova cobaia, Jaime)

Curiosidades:

1) Demitido de Grey’s Anatomy, o ator Isaiah Washington vai aparecer em Bionic Woman como umas espécie de mentor da protagonista.

2) A descrição atual da personagem vista no trailer – “Melhor, mais forte, mais rápida” – foi retirada da seqüência de abertura de outra série clássica, O Homem de Seis Milhões de Dólares, onde a personagem fez sua 1ª aparição em 1974.

3) Dentre os produtores executivos da série está Glen Morgan, nome famoso graças às séries Arquivo X e Millennium e à cine-série Premonição.

Por Davi Garcia

CALIFORNICATION (Série) sexta-feira 27 julho, 2007

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Ep. Piloto (Inédito no Brasil)

Sinopse: David Duchovny (o Fox Mulder de Arquivo X) lidera o elenco da comédia sobre um escritor viciado em sexo e drogas e que luta para criar a filha cuja custódia divide com a ex-mulher Karen (Natascha McElhone da mini-série Revelations) por quem ainda nutre uma paixão.

Californication

Posso estar precipitando o julgamento, mas me arrisco a dizer que hoje, o canal Americano Showtime é a melhor e maior fonte de séries bacanas da tv. Se já não bastasse a consagrada e premiada Weeds (exibida no Brasil pelo canal GNT) ou mesmo as aclamadas Dexter e The Tudors (inédita no Brasil), os caras resolvem lançar essa Californication, uma divertidíssima e esperta comédia adulta estrelando o eterno Fox Mulder da clássica Arquivo X. O episódio piloto da série faz rir, choca e ao mesmo tempo seduz quem assiste, com uma singularidade ímpar no gênero. Não só as situações e os diálogos são bons, como também a performance inspirada e totalmente à vontade de Duchovny (que também produz a série) como o escritor Hank Moody, personagem que me fez lembrar um pouco o Dr. Christian Troy de Nip Tuck. Um sujeito viciado em sexo e em conquistas amorosas moralmente reprováveis, mas que difere daquele por demonstrar uma certa dose de conflito interessante em suas ações. E dizer isso é esbarrar na luta de Hank para resistir (ou não) às tentações da carne ao mesmo tempo em que tenta dar um bom exemplo à filha adolescente e se reaproximar da ex-mulher, isso sem falar na busca pela inspiração para escrever que parece lhe ter escapado.

Californication estréia oficialmente no dia 13 de Agosto nos EUA, e está desde já na minha lista (cada vez mais extensa) de séries a serem acompanhadas de perto. É certo que o tom ousado desta comédia pode espantar os mais puritanos, mas se é algo realmente engraçado e divertido que você procura, essa série é uma dica quente para os próximos meses.

Frase do Episódio:

Oh meu Deus! Hank vai direto pro Inferno!” (Dita por Hank ao receber uma ‘ajudinha’ de uma freira em pleno altar)

Curiosidade:

Segundo o imdb, “Californication” é uma palavra originada pela junção de outras duas palavras, Califórnia e Fornicação (fornication em inglês). A expressão surgiu em adesivos de parachoque no estado do Oregon no final dos anos 70 e início dos 80 onde se lia “Não Californique no Oregon” em uma alusão à invasão de californianos que iam para o estado vizinho “bagunçar”… Californication é também o nome do albúm de maior sucesso da banda Red Hot Chili Peppers.

Por Davi Garcia

THE SARAH CONNOR CHRONICLES (Série) quinta-feira 26 julho, 2007

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Ep. Piloto (Inédito no Brasil)

Sinopse: A série mostrará os eventos que sucedem “O Exterminador do Futuro 2” focando a luta de Sarah Connor (Lena Headay, a rainha Gorgo de “300″) e seu filho John tentando viver escondidos do governo ao mesmo tempo em que planejam destruir definitivamente a rede Skynet na esperança de impedir o Armageddon entre Homens e Máquinas.

Sarah Connor Chronicles

A aguardada adaptação para a tv da mundialmente consagrada cine-série “Exterminador do Futuro“, estréia só em janeiro de 2008 na Fox americana, mas seu episódio piloto já vazou na internet. E se é estranho não ver o velho e bom Arnold Schwarzenegger na trama, achei bastante interessante a entrada da nova exterminadora chamada Cameron (uma piada interna alusiva ao diretor James Cameron, responsável pelos 2 primeiros filmes da franquia) que surge, assim como o exterminador de Scharza, para proteger John Connor, aquele que liderará a resistência dos homens na luta futura contra as máquinas.

A expectativa em torno dessa aposta que à princípio seria um mero caça níquel de um produtor esperto, me surpreendeu positivamente devo confessar, mas devo registrar também que achei a trama inicial um tanto quanto confusa principalmente se levarmos em consideração tudo o que é visto no filme “Exterminador do Futuro 3: A Rebelião das Máquinas“, e o motivo é simples, a inserção de um elemento inédito na franquia, a viagem no tempo. Não vou me aprofundar demais nos detalhes mas resumidamente veremos os Connor saindo de 1999 e indo para 2007 onde tentarão identificar a continuidade do projeto Skynet que pensavam ter sido descontinuado com os eventos do 2º filme. Muita ação, efeitos bacanas e etc, mas eis que nesse cenário surge um probleminha, afinal se toda a trama do 3º filme se passava em 2004 onde Sarah Connor já estaria inclusive morta como ela pode estar viva na série em 2007 ? Hum…

Se a série, que inicialmente tem 13 episódios confirmados vai vingar ou não, ainda é cedo para dizer, mas é interessante notar que o piloto indica que pelo menos a base é fiel ao universo criado pelos filmes (no mínimo os 2 primeiros). Igualmente convidativa àqueles que estão em dúvida se vão ou não conferir a série, é a palavra de um dos roteiristas da série, Josh Friedman, que apontou em entrevista ao site IGN no início de julho, que a série vai distanciar-se do mote “fuga do exterminador da semana” e investirá em outras ameaças aos protagonistas, o que pode render todo o interesse à série.

Meu veredito? Dê uma chance à série e confira.

Frase do Episódio:

“Venha comigo se quiser viver”. (Frase dita pela exterminadora Cameron a Jonh Connor. A mesma frase já dita antes pelo exterminador do agora governador Arnoldão)

Curiosidades:

1) O intérprete de John Connor é um rosto familiar para quem acompanhou a 1ª temporada da série “Heroes“. Thomas Dekker era o Zach, amigo de escola da Cheerleader Claire Bennet.

2) Uma cena deste episódio piloto será substituída quando a exibição oficial da tv ocorrer. O motivo? O de que mostrar um tiroteio dentro de uma escola poderia relembrar eventos reais recentes na história dos EUA.

3) Embora apresentado inicialmente como “Sarah Connor Chronicles”, existe a possibilidade de ser acrescentada a palavra “Terminator” no título oficial da série.

Por Davi Garcia

DEXTER (Série) quarta-feira 25 julho, 2007

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Eps. 2X01/02 – “It’s Alive” & “Waiting to Exhale” (Inéditos no Brasil)

Sinopse: Depois do chocante final de sua 1ª temporada, Dexter retorna nos mostrando o serial killer enfrentando as suspeitas cada vez mais insistentes de Doakes ao mesmo tempo em que se preocupa com a chegada de um novo agente do FBI a Miami para investigar um caso inusitado: a descoberta de várias partes de corpos que estavam no fundo da Baía da cidade.

Dexter

Se na telinha Dexter fez muitas “vítimas” quando estreou em 2006, fora dela fez fãs entusiamados e empolgados com o brilhantismo da performance de Michael C. Hall e uma trama isenta de clichês bem balanceada entre o drama, o suspense e toques de humor negro. A série que conta a história de um perito da polícia de Miami que nas horas vagas mata com requintes de prazer aqueles que a justiça não puniu, era sem dúvida uma aposta arriscada do canal americano Showtime, mas bastaram poucos episódios e uma enxurrada de críticas positivas para consolidar Dexter como uma das melhores séries da safra atual. Se a idéia do livro no qual a série se baseia, já era corajosa, o que pensar de uma adaptação para a tv? Mostrar um protagonista que mata por prazer demandava obviamente muito cuidado e textos que primassem não só pela inteligência, mas que também exprimissem de forma coerente e convincente, os motivos que construiram a moral do protagonista que segue um rígido código de conduta quando age. O resultado dessa aposta muitos já conhecem e se há algo certo a se dizer hoje, é que não dá para imaginar um mundo perfeito das séries de tv sem a existência de Dexter.

A 2ª temporada só retorna à tv americana no dia 30 de Setembro, mas graças à internet e a um descuido (?) do canal Showtime, os dois primeiros episódios acabaram vazando com uma notável antecedência. No primeiro episódio da nova temporada, “It’s Alive“, encontramos Dexter enfrentando uma espécie de “crise de abstinência”. Mais de 30 dias depois de ter descoberto a identidade do ‘Ice Truck Killer’ e tê-lo matado livrando sua irmã Debby da morte certa, Dexter se vê impedido de mater sua rotina com Doakes constantemente vigiando seus passos. E não é só esse o cenário que o cerca. Os acontecimentos recentes e as descobertas de sua história pessoal, colocam Dexter em um novo e curioso estado onde ele tem sim que experimentar sensações e emoções que até então desconhecia. E o primeiro deles é exatamente o medo de ser finalmente pego por suas atividades extra-curriculares. A chegada do agente do FBI Frank Landy para investigar a descoberta de dezenas de corpos depositados no fundo da Baía de Miami, inclusive rende a Dexter o apelido informal de “Bay Harbor Butcher”, algo como o Açougueiro do Porto.

Se o 1º episódio serve para nos lembrar de quão boa essa série é, o 2º episódio, “Waiting to Exhale” vém dar o tom que a temporada deve tomar focando muito mais nos assassinatos de Dexter e seu relacionamento com Rita que interpreta equivocadamente um lado até então desconhecido de seu namorado e também na proeminente mudança de perfil do protagonista, que como disse antes, terá que experimentar emoções novas e aprender a lidar com elas se ainda quiser manter sua rotina de “limpeza pública”. Será que veremos um Dexter menos frio e calculista nessa temporada? Será que o justiceiro às avessas enfrentará uma crise de consciência em algum momento? Possibilidades que se abrem com o promissor início de temporada que trará ainda a tentativa de recuperação de Debby pós trauma e a luta da tenente La Guerta para retomar o cargo de chefia do departamento de polícia.

Frase dos episódios:

Se eu acreditasse em Deus, se acreditasse em pecado, esse seria o lugar onde eu seria sugado diretamente para o inferno… se eu acreditasse em inferno.” (Dexter ao entrar na Igreja)

Curiosidades:

1) O 2º livro que narra a história de Dexter (“Dearly Devoted Dexter“), realmente não será utilizado como base para o desenvolvimento da 2ª temporada, mas nota-se que alguns elementos serão inseridos na trama, como por exemplo a chegada do agente Frank Landy a Miami.

2) O 3º livro da série, “Dexter in the Dark“, sai em Setembro nos EUA.

3) O ator que faz o pequeno Cody (filho caçula de Rita) foi substituído. Sai Daniel Goldman e entra Preston Bailey.

Por Davi Garcia