jump to navigation

Atores podem entrar em greve quarta-feira 7 maio, 2008

Posted by Dude in Cinema, Notícias, Séries.
add a comment

Depois da paralização dos roteiristas que durou mais de 3 meses provocando uma redução na atual temporada de séries além de adiar a produção de vários filmes, agora são os atores que sinalizam com uma possível greve a partir do dia 1º de julho. Segundo informações da Variety, as negociações que vinham ocorrendo nas últimas semanas entre o SAG (o sindicato dos atores americanos) e a AMPTP (conglomerado que reúne os principais estúdios de tv e cinema de Hollywood) foram interrompidas pelo menos até o final de maio. O ator Alan Rosenberg, presidente do SAG, disse que os membros do sindicato podem inclusive dar uma sinalização de greve já na próxima semana, embora tenha ressaltado que a intenção da liderança é evitar que aconteça uma greve. “Nosso time de negociação está preparado para trabalhar o quanto for necessário para conseguir um acordo justo,” acrescentou Rosenberg.

Assim como ocorrera nas discussões dos roteiristas, o principal foco de exigências recai sobre os pagamentos conexos pela venda de DVDs e a exibição online explorada pelas novas mídias mas há outros termos que provocaram um conflito nas negociações. “Nessas circunstâncias e com a intransigência do SAG no que tange tanto as novas mídias quanto as tradicionais, não faz sentido continuar as negociações agora,” disse um representante da AMPTP.

O interessante dessa discussão é que se esperava que os acordos assinados com os sindicatos dos roteiristas e dos diretores pudesse servir como base para um acordo com os atores, mas segundo a AMPTP, o SAG teria feito 36 novas grandes propostas que incluiriam termos que contrariam acordos previamente feitos com o WGA (roteiristas) e com DGA (diretores).

Trocas de acusações, exemplos de ganância de parte à parte. Parece que é isso que veremos ao longo das próximas semanas. Será que uma nova greve vai realmente acontecer? A conferir.

Por Davi Garcia

Anúncios

INDIANA JONES 4 – Novo cartaz do filme segunda-feira 10 março, 2008

Posted by Dude in Cinema.
2 comments
Foi divulgado hoje no site do jornal USA Today o novo cartaz do aguardadíssimo Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal que terá estréia mundial no dia 22 de Maio de 2008, e que nos lançará em mais uma divertida aventura cheia de adrenalina e suspense com o arqueólogo mais famoso do cinema.

Arquivo X: Super Spoilers do Novo Filme quinta-feira 6 março, 2008

Posted by Dude in Cinema.
2 comments

Foram divulgadas fotos inéditas dos bastidores das gravações do novo filme “Arquivo X” realizadas em Vancouver, no Canadá. E as imagens são pra lá de “spoilerentas”! Nelas vemos o Agente Fox Mulder (David Duchovny) beijando a Agente Dana Scully (Gillian Anderson). Mesmo com tantas imagens de bastidores, das filmagens e spoilers que já vazaram, a história do filme tem sido mantida em sigilo total. O filme tem a estréia prevista para 25 de julho.

Fonte: X Files News
Por Juliana Ramanzini 

Harrisson Ford fala sobre Indiana Jones 4 domingo 2 março, 2008

Posted by Dude in Cinema, Matérias.
add a comment

Em entrevista à revista Época dessa semana, Harrison Ford fala aos jornalistas Bruno Segadilha e Fábio M. Barreto sobre a experiência de voltar à pele do arquólogo mais famoso do cinema.

 

No dia seguinte à entrega do Oscar 2008, Harrison Ford concedeu esta entrevista a ÉPOCA como parte da primeira rodada de divulgação de Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal, um dos filmes mais aguardados do ano, com estréia prevista para maio. Ele falou sobre como foi se reunir mais uma vez com a equipe dos três primeiros filmes da série, em que tipos de produção prefere trabalhar e ainda respondeu sobre suas opiniões políticas.

Aos 65 anos, Ford fala sobre o personagem com a mesma vivacidade e empolgação de 19 anos atrás, quando a terceira parte da aventura foi lançada. A animação é ainda mais evidente quando o assunto é a poderosa equipe reunida para o retorno do herói: Steven Spielberg, George Lucas, a produtora-executiva Kathleen Kennedy e o produtor Frank Marshall, pessoas que, segundo ele, são como uma “família”.

O resultado dessa forte união aparece nas telas na forma de um vigoroso herói que não pensa em aposentar o chicote. Desta vez, o antropólogo vivido por Ford mergulha na mitologia maia para encontrar um lendário crânio de cristal que pode lhe revelar poderes magníficos. Além disso, Indiana volta a lidar com figuras de seu passado, como o filho Mutt Willians (Shia LaBeouf), que em pouco tempo se envolve nas aventuras do pai. O filme foi rodado no Novo México, no Havaí e em Foz do Iguaçu.

ÉPOCA – Há alguma complicação para a volta de um personagem e de um filme de ação como esse 20 anos depois, além, óbvio, da passagem do tempo?
Harrison Ford – Hoje, o Indiana Jones tem um conhecimento, uma visão diferente das coisas. Ele é um personagem que sempre pode ser mais explorado, tem ótimos relacionamentos e sempre algo novo para mostrar. É ótimo representar de novo o personagem, em um filme para a nova geração. Quando terminei de me vestir, toda essa experiência e perspectiva voltaram. Pus o chapéu e Indiana voltou. E ainda bem que a roupa original ainda me serviu. Consegui manter a mesma forma por 20 anos, o que é uma façanha. Foram 80 dias de filmagem com um só de folga. Mas tudo correu bem.

ÉPOCA
– As filmagens podem ter levado menos de três meses, mas o roteiro virou novela e parecia que nunca ficaria pronto…
Ford – Na verdade, tínhamos pensado no projeto há cerca de 12 anos. Mas não deu certo. Demorou certo tempo para que eu, George Lucas e Steven Spielberg encontrássemos um jeito de juntar todos, de forma que o projeto fosse interessante para todo mundo, que o roteiro valesse a pena. E tinha de ser um grande filme, porque a expectativa em torno dele é muito grande.

ÉPOCA – Por que tanto zelo e preocupação, já que o personagem é querido e tem gerações de adoradores?
Ford – É exatamente por ele ser especial para mim e para o público. São os espectadores que chancelam meu trabalho com seu dinheiro nas bilheterias. A história tem de ser boa, e quem a conta também. Caso contrário, o público escolhe outro contador. É simples assim. Não posso ser aquele tipo de ator que coloca um nariz de borracha ou maquiagem pesada para parecer outra pessoa. Acredito que meu público goste de me ver – jovem ou um pouquinho mais velho –, e tenho de atender a esse tipo de demanda. Por isso, fiz todas as cenas de ação. E o filme precisa valer a pena, pois seria um desrespeito filmar uma história qualquer só por dinheiro.

ÉPOCA – Aos 65 anos, você ainda interpreta heróis de ação. Como consegue isso? A idade não atrapalha?
Ford – Acho que é o que me mantém saudável e ativo. Eu gosto muito de fazer isso. Não malhar pesado, só quando tenho de fazer um personagem que me exija isso. Aí, faço bastante exercício, mas por um tempo. Para mim, é mais uma questão de manter tudo em cima, fazer com que o corpo siga trabalhando. Normalmente, vou à academia três vezes por semana e fico lá por 40 minutos. Gosto de jogar tênis também. Coisa leve.

ÉPOCA – O personagem Indiana Jones, às vezes, é politicamente incorreto. Ele leva alguns objetos históricos dos países por onde passa. O que você acha disso?
Ford – É verdade, eventualmente ele rouba algumas relíquias. Mas, antes de tudo, ele é um arqueólogo. Sua intenção inicial é estudar os objetos, e não roubá-los. Ele se interessa por aprender, é fascinado pelo mistério dessas coisas. Ele não usa as pessoas, não abusa dos lugares por onde passa. Mas, enfim, ele não é perfeito, erra de vez em quando. É o que o torna interessante.

ÉPOCA – E o professor de arqueologia tem planos de se aposentar?
Ford – Esse assunto nunca foi mencionado. Ainda há muito o que ser explorado com Indiana Jones (risos)!

ÉPOCA – Sua imagem é associada a heróis: Indiana, Han Solo (Guerra nas Estrelas), Jack Ryan (o agente da CIA de Jogos Patrióticos)… Você gosta do conceito de herói?
Ford – Tenho orgulho de Indiana Jones. Han Solo foi importante, embora não deseje voltar a ele, pois ele era meio bobo. E Jack Ryan eu também voltaria a fazer, tem muito a ser explorado. Porém, ser herói não faz sentido. Ninguém assina contrato para viver um “herói”. Vivemos personagens e pessoas que, às vezes, precisam praticar atos de heroísmo. Mas é pretensioso considerar-se um herói. Um dia, alguém decidiu que precisávamos de heróis no cinema e, a partir daí, todo filme ganhou um. Mas muita gente se esquece de que herói mesmo é um bombeiro que se arrisca por uma criança.

ÉPOCA – As pessoas deixaram de ir ao cinema para ver um ator em especial?
Ford – A década de 80 foi um dos períodos mais saudáveis para os filmes. Não existia DVD, o VHS estava começando e as pessoas iam ao cinema, pois era o único jeito. Hoje, criaram-se vários públicos. Há quem goste de ficar em casa, há quem continue seguindo atores e há aquele pessoal, especialmente jovens, que gosta de sair e aproveitar o bom e velho escurinho do cinema. Assim, os jovens se tornaram os espectadores mais consistentes.

ÉPOCA – Quanto a ser astro, houve mudança nestes 20 anos?
Ford – Os jovens têm afinidade com os atores da idade deles, pois querem ver a história deles mesmos. Não faria sentido me ver fazendo de conta ter 30 anos. O público precisa de caras da minha idade.

ÉPOCA – Acredita em uma chance de mudança nos EUA neste momento de eleições?
Ford – Claro. É necessário reinventar nossa economia, criar mais empregos para os jovens e voltar a prosperar. Precisamos de mudança, de disciplina focada, e parar de fazer um monte de coisas que estamos fazendo, como desperdiçar dinheiro em áreas erradas. O país estabeleceu objetivos altos, embora não cheguemos muito perto deles. Mas perdemos nosso ideal ao longo dos anos. É como se ele tivesse se desgastado, assim como os rostos no Monte Rushmore (a montanha onde foram esculpidos os rostos de quatro presidentes americanos). Este país sempre funcionou bem sob uma “liderança messiânica”, que recobra os ideais. Agora, temos este jovem líder, poderoso e idealista, Barack Obama, se erguendo. Ele pode dar um novo coração a este país e operar a mudança de que precisamos, e rápido.

Oscar 2008: Os Vencedores segunda-feira 25 fevereiro, 2008

Posted by Dude in Cinema, Premiações.
add a comment

Realizado na noite de ontem no Kodak Theather, em Los Angeles, a edição de nº 80 dos Academy Awards, o Oscar, já tem seus grandes vencedores. Sem muitas surpresas, o grande destaque da cerimônia foi o filme dos irmãos Cohen, “Onde os Fracos não tem vez“. Confira abaixo lista dos ganhadores nas principais categorias!

Melhor Filme
Onde os Fracos não tem vez

Diretor
The Coens, Onde os Fracos não tem vez


Ator

Daniel Day-Lewis, Sangue Negro

Atriz
Marion Cotillard, Piaf – Um hino ao Amor

Ator Coadjuvante
Javier Bardem, No Country For Old Men

Atriz Coadjuvante
Tilda Swinton, Conduta de Risco

Roteiro Original
Juno

Roteiro Adaptado
Onde os Fracos não tem vez

Filme Estrangeiro
The Counterfeiters, Áustria

Longa de Animação
Ratatouille

CLOVERFIELD (Filme) quinta-feira 14 fevereiro, 2008

Posted by Dude in Cinema.
5 comments

Sinopse: Cinco jovens nova iorquinos armam uma festa de despedida para um amigo que está se mudando de cidade. Nessa mesma noite um monstro gigante surge na cidade causando pânico e destruição. A história é toda contada através da gravação de uma câmera que estava com um dos jovens do grupo e documenta a tentativa deles de sobreviver ao evento mais surreal e assustador de suas vidas.

Data de estréia no Brasil: 08 de fevereiro de 2008

Quero ser J.J. Abrams quando crescer. Em resumo essa frase aponta meu grau de êxtase depois de assistir Cloverfield. Reiventando um gênero que parecia a muito saturado, Abrams ao lado do roteirista Drew Goddard (responsável por alguns dos melhores episódios das séries Alias e Lost, ambas desenvolvidas pela Produtora de JJ, a Bad Robot) e do diretor Matt Reeves, criou um dos filmes de monstro no melhor estilo Godzilla com absurda competência lançando o espectador em um dos exercícios de imersão mais fantásticos que já tive oportunidade de experimentar em uma sala de cinema.

Cloverfield não é só um filme sobre um monstrão que surge do nada para destruir tudo ao redor, ele é sobretudo um pequeno estudo sobre a natureza do comportamento humano frente situações absolutamente inimagináveis e que exige decisões difíceis, arriscadas e que colocam em cheque os limites pelo instinto de sobrevivência. Tudo começa de forma serena com uma festinha de despedida rolando na casa de Rob, um jovem em rota de mudança para outro país. Na tal festa está também Hud, amigo de Rob e responsável por gravar depoimentos dos presentes sobre o dono da casa. Durante os 15 ou 20 primeiros minutos do filme somos apresentados a alguns dos personagens que comporão o flagrante de sobrevivência que será retratado pela câmera nas mãos de Hud pelos próximos 60 minutos de filme quando acompanhamos a desesperada fuga daquele grupo de amigos pelas ruas e subterrâneos de Nova York. “Simples” assim.

Imagino que muita gente tenha torcido o nariz quando descobriu qual era o mote central do filme, mas a verdade é que fugindo do esteriótipo de um simples entretenimento bobo e escapista, Cloverfield termina oferecendo-nos uma visão nua e crua sobre o terror e suas consequências quer ele tenha sido gerado nas ações de um Osama Bin Laden da vida ou de um monstrão bizarro.

Por Davi Garcia

Primeiro Trailer de INDIANA JONES e o Reino da Caveira de Cristal quinta-feira 14 fevereiro, 2008

Posted by Dude in Cinema.
add a comment

A tão esperada continuação da saga de Indiana Jones já tem um trailer oficial! A versão postada no Youtube ainda não é das melhores, mas já dá para matar a curiosidade e fazer crescer nossa ansiedade. Com previsão de estréia para maio de 2008, o elenco traz o insubstitível Harrison Ford, Cate Blanchett, Shia LaBeouf, entre outros. Confira!

007 Daniel Craig fala sobre o 22º filme terça-feira 5 fevereiro, 2008

Posted by Dude in Cinema.
1 comment so far

Se você gosta dos filmes do 007, a essa altura já deve ter lido aqui no blog ou em outros lugares que o novo filme do agente James Bond já tem título oficial, não é mesmo? Pois então fiquem agora com uma breve entrevista que o ator Daniel Craig concedeu à uma jornalista da Reuters.

 

Daniel Craig (007), Judie Dench (M) e o diretor Marc Foster

Por IVER HEATH da Reuters
Traduzido e adaptado por Davi Garcia

Daniel Craig está de volta como James Bond no filme “Quantum of Solace”, o 22º filme da franquia de sucesso que tem lançamento previsto para Novembro.

A Sony Pictures Entertainment convidou a mídia internacional para uma ida aos estúdios Pinewood nos arredores de Londres para revelar o título do filme e alguns detalhes da trama.

Daniel Craig, ator de 39 anos tem sido creditado como responsável por revitalizar a franquia e Cassino Royale, seu filme de estréia como o agente em 2006, alcançou a expressiva marca dos US$ 594 milhões ao redor do mundo de acordo com o site http://www.boxofficemojo.com

Você ficou preocupado com as críticas que recebeu quando foi escalado como o novo Bond?

“Eu deixei isso de lado quando filmava o último filme. Precisava fazer isso porque caso contrário eu não teria sido capaz de continuar. Eu teria levado isso a sério demais e teria desistido. As críticas vieram e ao entender os motivos e eu apenas segui em frente. Foi a partir daí que fiquei em paz com isso.”

Qual a diferença do Bond de Quantum of Solace para o de Cassino Royale?

“Para mim, agora ele tem mais controle sobre as coisas mas isso não significa que todos pensem o mesmo sobre ele.”

E sobre esse título? Ele não é exatamente muito simples de se explicar.

“Poderíamos ter um título mais vibrante, mas isso poderia indicar que estavamos inseguros sobre o que estamos tentando contar. O título vém de um conto de Ian Fleming que passa a idéia de que se em um relacionamento você não tem um ponto de conforto (quantum of solace) é melhor desistir dele. Quando Bond foi deixado no final de Cassino Royale com o coração quebrado e sem ter esse tal ponto de conforto, ele também não teve aquele desfecho sobre o que aconteceu em sua vida e precisa descobrir. O que é fascinante sobre isso é que ele também se aplica a algo muito importante na trama.”

Você teme que Quantum of Solace não corresponda à expectativa depois do sucesso de Cassino Royale?
“Eu não estou preocupado porque é tarde demais para isso, porque a coisa já aconteceu. Temos um diretor diferente, um elenco diferente, uma equipe diferente, uma atitude diferente com relação a esse filme, e ele tem que se sustentar por si só da mesma forma que aconteceu com o último. Eu não entraria nessa se não achasse que poderíamos distanciar-nos do filme anterior ainda que a história siga uma ordem cronológica.”

Como o papel de Bond afetou sua carreira?

“Acho que a pergunta deveria ser, como ele me afetará no futuro. O que posso dizer agora é que não é um peso ruim de se sustentar no momento.”

007 – 22º filme já tem título quinta-feira 24 janeiro, 2008

Posted by Dude in Cinema, Notícias.
1 comment so far
Conhecido até então como Bond 22, o novo filme da franquia mais antiga do cinema já tem nome oficial, Quantum of Solace. Um título bem diferente sem dúvida e que faz referência a um conto de Ian Fleming presente no livro “For your Eyes Only” (Somente para seus Olhos) publicado em 1960. O que se sabe até hoje, é que o filme vai dar continuidade à história de Cassino Royale, começando inclusive poucos minutos depois dos eventos que encerraram aquele filme.
Sobre o título, vale mencionar que o tal conto que tem o mesmo nome na verdade coloca James Bond como um mero coadjuvante/ouvinte de uma história contada pelo governador colonial da Jamaica. E mais, essa tal história não tinha nada a ver com espionagem, ação ou aventura, e concentrava-se basicamente em um relacionamento mal sucedido… Hã? Mas então que idéia louca é essa de fazer o filme com um título que dá idéia de adaptação? Bom, nada foi dito a respeito, mas se levarmos em conta tudo o que já foi revelado sobre a trama desse 22º filme (Bond vai atrás da organização criminosa por trás dos eventos de Cassino Royale), parece-me óbvio que do tal conto, o único elemento que será utilizado é justamente a questão do relacionamento mal sucedido (no caso, Bond e Vesper Lynd) e por isso não tenho dúvidas de que com Paul Haggins novamente responsável pelo roteiro e com Marc Foster na direção, é certo esperar um retrato de Bond novamente mais humano, mas que ainda assim não deixará de lado o clima de ação e aventura tão característicos da saga.
Por Davi Garcia

Heath Ledger – A precoce morte de um talento quarta-feira 23 janeiro, 2008

Posted by Dude in Cinema, Notícias.
9 comments

Para quem gosta de cinema e sobretudo de um trabalho dedicado de ator, a notícia da morte do jovem australiano Heath Ledger ocorrida na tarde de ontem (22/01) veio como um bomba. Aos 28 anos, Ledger parte precocemente deixando milhões de fãs de seu trabalho com a sensação de terem perdido um verdadeiro artista na essência da palavra e um jovem que despontara como galã mas que optara por ignorar personagens fáceis e arriscou tudo quando resolveu fazer um dos cauboys gays de Brokeback Mountain, ocasião que acabou lhe rendendo o reconhecimento de seu talento e uma indicação ao Oscar. Atualmente o ator alimentava grande parte da ansiedade de muitos cinéfilos e fãs à espera de sua (já elogiada) perforance como o Coringa do novo filme do Batman.

Até o momento não se sabe quais foram as causas da morte do ator, mas suspeita-se que tenha sido provocada por uma ingestão exagerada de remédios que incluiam pílulas para dormir ou mesmo drogas ilícitas… Muito triste. Para quem gostava do ator, deixo as palavras do jornalista Chico Fireman do portal G1 que disse o seguinte:

“Num mundo de estrelas jovens cada vez mais caretas, Ledger era algo como o último rebelde do cinema norte-americano, uma das sete faces de Bob Dylan em “Não estou lá”. Hoje, diante da notícia de sua morte, o único bálsamo é saber que sua despedida nas telas tem tudo para ser lembrada para sempre. Num dia triste, o cinema não perde um astro, mas algo cada vez mais raro em Hollywood, um ator maiúsculo.”

 

Descanse em paz Ledger…