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SÉRIES: Notas e Comentários da semana domingo 30 setembro, 2007

Posted by Dude in Big Bang Theory, Bionic Woman, Cane, Chuck, Gossip Girl, Grey's Anatomy, Heroes, House, Journeyman, K-Ville, Prison Break, Private Practice, Séries, The Office.
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Com a estréia da temporada de séries nos EUA é praticamente impossível fazer comentários individuais sobre todas que tentarei acompanhar, portanto a partir deste domingo farei um post com notas e comentários curtos sobre tudo o que vi durante a semana.

Atenção! Todas as séries abaixo são inéditas no Brasil

Chuck Ep. Piloto

Sinopse:Chuck Bartowski vive uma vida normal até o dia em que acidentalmente ‘baixa’ arquivos secretos do governo em seu cérebro. Agora ele terá que dividir sua vida entre o trabalho como vendedor de uma loja e o de agente da CIA.

O que achei: Ao rever o piloto da série, a conclusão mais óbvia é de que apesar de ter uma trama bastante inverossímil e até mesmo boba, a série consegue divertir remetendo-nos àquele clima gostoso dos áureos tempos da saudosa Alias. Não sei se a série se sustenta, mas se a história conseguir fugir de tramas óbvias as chances são boas. Ah, e o 2º episódio trará uma ligação com Lost… quer atração maior que essa?

The Big Bang Theory Ep. Piloto

Sinopse: Uma jovem esperta e descolada mostra a dois nerds o quão pouco eles sabem da vida.

O que achei: Outra série que eu já havia visto antes da estréia e que resolvi rever esta semana. Não traz absolutamente nada de novo para o gênero cômico, mas a dupla de nerds e a simpática lorinha Penny usam e abusam de textos simples mas engraçados, transformando a série em uma boa surpresa. Se ainda não viu, dê uma chance.

Heroes Ep. 2×01 – Four Months Later

Sinopse: Quatro meses depois dos eventos que culminaram no confronto entre Sylar e Peter, novos Heróis surgem. Hiro permanece no passado, e surpreende-se ao encontrar o mítico Takeso Kensei. No presente um rosto conhecido se despede e alguém que pensávamos estar morto ressurge. Claire em nova escola e mesmo tentando permanecer discreta acaba chamando a atenção de um estudante local. Outros heróis são apresentados.

O que achei: Falta ritmo ao episódio de estréia da 2ª temporada e o roteiro comete erros que já comprometeram a história da 1ª. Fica óbvio que falta muita coisa para preparar o terreno do arco que conduzirá a trama da temporada. Onde está o grande novo vilão? O segmento envolvendo Hiro no passado encontrando Kensei parece-me por enquanto o maior atrativo da trama. Será que o 2º episódio esquenta as coisas de vez?

K-Ville Ep. 1×02 – Cobb’s Web

Sinopse: Boulet e Cobb tem que recapturar fugitivos da penitenciária de Nova Orleans, mas a caçada logo revela que há uma conspiração por trás da fuga.

O que achei: Já neste 2º episódio a série infelizmente perde ritmo e deixa de lado o drama dos habitantes de Nova Orleans apostando em uma trama conspiratória sem graça que coloca a dupla de policiais em um jogo de gato e rato sem apelo. Tomara que apresentem algo melhor no 3º ou então o risco de fracasso começará a ficar mais eminente.

Journeyman Ep. Piloto

Sinopse: A vida de Dan Vassar muda quando ele começa a ser puxado de volta ao passado sem entender como ou porque.

O que achei: Exageros à parte eu gostei do piloto da série. Óbvio dizer que o tema não é nada inédito, mas confesso que sempre me seduz. Só uma coisa me incomodou nas constantes idas e vindas do personagem. Nenhum conhecido com quem ele encontra no passado estranha sua aparência envelhecida, nem que isso signifique 10 anos a mais para ele.

Prison Break Ep. 3×02 – Fire/Water

Sinopse: Michael e Mahone tentam atrair o misterioso Whistler para fora de seu esconderijo. T-Bag ganha um pouco mais de status na hierarquia da prisão quando o suprimento de água diminui. Lincoln encontra um rosto familiar e outro nem tanto durante sua jornada para libertar Michael.

O que achei: Certamente menos movimentado que a estréia da temporada, mas só o fato de já terem apresentado o tal Whistler já me deixa animado para a continuidade da trama. Estou cada vez mais curioso para saber qual será o plano de Scolfield para fugir de Sona. Ponto negativo do episódio? Bellick tendo seu suplício aliviado. Ele merecia mais uma humilhaçãozinha, não?

House Ep. 4×01 – Alone

Sinopse: Com seu time de diagnósticos totalmente desfeito, House tenta diagnosticar o estranho quadro clínico de uma jovem mulher que sobreviveu ao desabamento de um prédio. Com a situação ficando cada vez pior, Cuddy coloca pressão em House para que ele contrate um novo time, mas em vez disso ele tenta um diagnóstico diferente com a ajuda do zelador do hospital.

O que achei: Que o Hugh Laurie é fantástico muita gente já sabe, mas esse episódio prova que mesmo sem sua equipe de diagnósticos ele carrega a série sozinho com extrema facilidade. E como duvidar que o processo de seleção que se iniciará trará episódios ainda mais divertidos e repletos de casos bizarros? Aliás será que é pedir muito voltar a ver uma história envolvendo novatos como o do premiado episódio 1×21 “Three stories” ?

Cane Ep. Piloto

Sinopse: Pancho Duque construiu um império baseado no açúcar e no rum graças ao trabalho duro desde que chegou aos EUA vindo de Cuba. Contudo, agora doente e já velho, Pancho tem que passar o comando do negócio da família para um de seus filhos, o que causa ciúmes e rivalidade entre o clã.

O que achei: O tema certamente é pouco atraente para a maioria, mas a série é boa demais acreditem. Há todo um climão de filmes de máfia e o brilhante time de atores certamente ajuda a garantir um peso ainda maior à história sobre a eterna disputa de poder em famílias poderosas e cheias da grana, isso sem falar na idéia de ver latinos se dando bem na América, claro. Estréia em novembro aqui no Brasil, mas eu resolvi acompanhar desde já.

Bionic Woman Ep. Piloto

Sinopse: Jaime Sommers é uma jovem que trabalha para cuidar de sua irmã mais nova e tenta dar seqüência a um relacionamento amoroso recente. Sua vida vira do avesso depois de sofrer um terrível acidente e carro que a deixa com graves ferimentos. Sua única chance de sobreviver? Receber implantes biônicos de um projeto secreto do governo para o qual seu namorado trabalha e que lhe dará incríveis habilidades que lhe cobrarão um alto preço a ser pago.

O que achei: Tem tudo para ser a nova Heroes da temporada em termos de hype, mas só se mudanças drásticas forem feitas na estrutura da série que em certos momentos fica pretenciosa demais e sem rumo. Uma coisa é certa. A protagonista da série vai precisar de mais do que partes biônicas e um belo par de olhos claros para conquistar minha atenção nos próximos episódios.

Gossip Girl Ep. 1×02 – The Wild Brunch

Sinopse: Não há nada que a Gossip Girl goste mais do que uma boa briga de mulheres. No calor da confusão causada na festa do beijo, Blair diz a Serena que sabe que ela dormiu com seu namorado Nate antes de desaparecer misteriosamente. Sem abalar-se Serena decide levar Dan ao brunch oferecido pelo rival Chuck e Jenny busca conselhos de Blair que percebe que pode usá-la ao permitir que ela faça parte do seu ‘clubinho’.

O que achei: O 2º episódio revela que a série realmente não tem nada que já não tenhamos visto em filmes em que jovens ricos vivem na ilusão aparente do bem estar escondendo seus piores pecados e recriminando outros, mas o texto ágil aliado à narrativa cativante de Kristin Bell faz da série um retrato divertido sobre a podridão da elite nova iorquina. Pena que passe na CW e a queda de audiência já jogue uma sombra de incerteza sobre seu futuro.

private practice Ep. 1×01 – In Which We Meet Addison, A Nice Girl From Somewhere Else

Sinopse: Addison aceita a oferta de trabalho recebida em Los Angeles e se demite do Seattle Grace. No novo trabalho dela vemos um pai frustrado de uma garota de 15 anos grávida que acaba de entrar em trabalho de parto; Uma mulher chamada Leslie acompanhando o trabalho dos médicos na tentativa de reviver o homem com que estava prestes a noivar, e uma mulher chamada Maria que tenta impedir a amante de seu falecido marido de tirar dinheiro dele.

O que achei: Fato. A Shonda Rimes que escreve Grey’s Anatomy não pode ser a mesma que escreve este spin-off. Private tem um texto desinteressante, personagens nada carismáticos e tramas que em nada lembram o nível de dramaticidade ou graça das do Seatle Grace. Darei uma última chance à série esta semana. É tudo ou nada.

grey's anatomy Ep. 4×01 – A Change is gonna Come

Sinopse: Entrando em seu 1º ano como residentes, Meredit, Cristina, Izzie e Alex tem seus próprios times de internos para liderar. Dentre eles está George, forçado a repetir o internato depois de falhar nos testes e Lexie Grey, meio irmã de Meredith. Um grande acidente de carro rapidamente coloca todos os novatos para trabalhar e vemos Cristina procurando Burke, Richard reassumindo a posição de cirurgião chefe, Derek e Meredith encarando mais um impasse no relacionamento e Bailey lidando com a decepção de não ver as coisas acontecendo no hospital do jeito que ela gostaria.

O que achei: Muito bom o retorno dos médicos do Seattle Grace. Tivemos Izzie insegura em sua nova posição, Cristina dando uma de durona depois do sumiço de Burke, Bailey fazendo tortura psicológica com o chief, Derek e Meredith bagunçando mais a relação e a chegada de Lexie, prometendo agitar ainda mais o ambiente. Achei bastante interessante colocarem cada um dos 4 residentes reproduzindo o que Bailey havia feito com eles a 3 anos atrás e para não dizer que não há falha nesse retorno digo que a insistência em apostar no triângulo Izzie, George e Torres dá sono.

theoffice Ep. 4×01 – Fun Run

Sinopse: No episódio especial de estréia da 4ª temporada, um bizarro acidente envolvendo Michael e Meredith, o faz acreditar que o escritório esteja amaldiçoado e ele começa a questionar as crenças religiosas de seus empregados. Os relacionamentos do escritório também são explorados, com a revelação do romance entre Pam e Jim e o abalo do romance entre Dwight e Angela depois que a gata de estimação da loira morre.

O que achei: Sensacional. A turma da Dunder Mifflin voltou com todo o gás. Morri de rir com Michael creditando à uma maldição os acontecimentos que ele mesmo provoca. Aliás impossível não rir na sequência em que ele visita Meredith no hospital e exige que ela o perdoe na frente de todos por tê-la atropelado. Outro ponto alto foi Dwight matando a gata de Angela e defendendo-se ao dizer que às vezes é necessário acabar com a dor de um animal moribundo, o que ele tenta replicar com Meredith no hospital. Jim e Pam assumindo o relacionamento? Tava na hora… Quero mais episódios de 40 minutos como esse 🙂

Por Davi Garcia

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C.S.I. 8×01(Série) sábado 29 setembro, 2007

Posted by Dude in C.S.I., Séries.
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Ep. 8×01: Dead Doll 2 (Inédito no Brasil)

Sinopse: Grissom e sua equipe correm contra o tempo na busca deseperada por Sara, que foi capturada pela serial killer das miniaturas: Natalie Kimble. A única pista que eles têm é a miniatura que mostra Sara embaixo de um Mustang vermelho, em algum lugar no deserto.

CSI

Não é a toa que a estréia da oitava temporada de CSI liderou a audiência na concorrida noite de quinta-feira, dia 27 de setembro, na TV americana. Depois de uma sétima temporada no mínimo excelente, que teve como eixo central a investigação e a caça ao serial killer das miniaturas, o final deixou um gancho sensacional, gerando comoção entre os fãs e deixando a dúvida “Sara morre ou não morre?”.

E a sétima temporada terminou exatamente aí, com a Sara presa embaixo de um carro, no meio do deserto, reproduzindo fielmente a maquete de Natalie Kimble, a serial killer mais intrigante de toda a história da série. E é exatamente aí que a oitava temporada começa, na busca deseperada dos investigadores forenses para encontrar e salvar sua parceira.

O episódio é emocionante não só porque nos deixa o tempo todo com dúvida sobre o destino da personagem, as situações geradas ao longo da investigação comovem seus companheiros e os faz remeter à situações vividas por eles, com pequenos flashbacks que nos ajudam a relembrar belas cenas vividas por Sara. Sem falar na tristeza de Grissom! A atuação de Willian Petersen é realmente excelente, pois ele consegue manter o equilíbrio e a sobriedade do personagem, ao mesmo tempo em que seus olhos traduzem desespero.

Enquanto seus colegas correm contra o relógio para encontrá-la, Sara se mostra uma lutadora. No flashback que revela a maneira como Natalie a capturou, vemos sua batalha para se libertar. E já presa embaixo do carro, ela consegue escapar e inicia então sua trajetória através do deserto, atravessando toda a noite e parte do dia sob sol escaldante. Mesmo fraca e desidratada, Sara não esquece aquela velha lição do conto de João e Maria e deixa para trás vestígios para que possam seguí-la e encontrá-la. E é isso que acontece.

Depois de um episódio, que é na verdade uma jornada de Sara pela sobrevivência e pela superação, o resgate finalmente chega. E a cena final emociona até os fãs mais céticos da série, quando Grissom a acompanha até hospital, mostrando que o amor e a poesia não estão necessariamente nas palavras ou nos gestos. Um simples olhar basta para dizer “eu te amo e estou aqui para te proteger”.

É bom lembrar que o fato de Sara ter sobrevivido não significa que Jorja Fox continua na série. Os fãs ainda não podem descansar sossegados. Mas, depois desse episódio, seria uma burrice afastá-la.

Dead Doll 2 é um episódio que deixa claro que CSI tem muito fôlego e qualidade para mais e mais temporadas. Particularmente, torço para que a fórmula da sétima temporada se repita e que CSI continue arrebentando.

Por Juliana Ramanzini

JERICHO de volta mais cedo? sábado 29 setembro, 2007

Posted by Dude in Jericho, Séries.
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Boa notícia para os fãs do drama Jericho, série que mostra uma pequena cidade do Kansas que fica isolada depois de testemunhar e sobreviver a um massivo ataque nuclear que parece ter destruído boa parte dos EUA.

Jericho

Quem acompanhou o noticiário de séries, lembra que Jericho rendeu uma polêmica interessante já que depois de ser cancelada no final da 1ª temporada, teve a produção retomada após uma onda de protestos e campanhas dos fãs nos EUA junto à rede de tv CBS, responsável por sua exibição. Pois bem, o fato é que a série que só deveria retornar à tv em 2008 pode acabar voltando antes e por um motivo bem simples: a abertura de espaço na grade da CBS que já nas próximas semanas deve acabar cancelando alguma de suas séries e/ou programas novos, como por exemplo o reality show Kid Nation (sobre um grupo de crianças reunidas fazendo suas próprias regras e sem adultos por perto) que já em sua 2ª semana de exibição viu a audiência despencar, o que claro, sempre liga o sinal de alerta no canal.

Isso que estou dizendo não passa de pura especulação, mas se este espaço realmente surgir, nada mais justo e inteligente do que trazer de volta a série Jericho enquanto o ânimo dos fãs ainda está alto, não acham?

Por Davi Garcia

HOUSE 4×01 (Série) quarta-feira 26 setembro, 2007

Posted by Dude in House, Séries.
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Ep. 4×01 – Alone (Inédito no Brasil)

Sinopse: Com seu time de diagnósticos totalmente desfeito, House tenta diagnosticar o estranho quadro clínico de uma jovem mulher que sobreviveu ao desabamento de um prédio. Com a situação ficando cada vez pior, Cuddy coloca pressão em House para que ele contrate um novo time, mas em vez disso ele tenta um diagnóstico diferente com a ajuda do zelador do hospital.

House

A recém iniciada temporada de séries nos EUA trouxe várias novas produções, mas é fato afirmar que pelo menos com relação ao dramas, tudo acaba sempre girando em torno dos memos temas. Há os familiares, os investigativos, os que exploram o universo adolescente, os policiais, os de ficção científica e finalmente claro, os dramas médicos. E é justamente sobre este último que várias séries concentram suas histórias. Temos a consagrada Grey’s Anatomy, a já tradicional ER, a polêmica Nip Tuck e a mais novata de todas, Private Practice, o que inegavelmente nos leva à conclusão de que se dependesse da tv ninguém ficaria doente e se ficasse bastaria recorrer à uma consulta com o médico mais anti-social, esquisito, grosseiro, sarcástico, inteligente e divertido de todos, o Dr. Gregory House protagonista da série que leva seu nome.

Já consagrada pelo público e pela crítica, House iniciou ontem sua 4ª temporada com um novo panorama para o seu protagonista. Sozinho e sem seu time de diagnósticos (que pediu demissão no final da 3ª temporada) para auxiliá-lo e servir de capacho para suas manias obtusas, House tem que lidar com a pressão de contratar um novo time ao mesmo tempo em que precisa encontrar a solução para o quadro clínico bizarro de uma paciente vítima de um desabamento. E é justamente nesse cenário que House chuta o balde e busca uma alternativa inusitada que aponte um caminho que ajude-o a delimitar possíveis diagnósticos para a paciente.

A série desde seu início mantém a mesma estrutura de episódios. Há sempre um paciente central com uma estranha doença de difícil diagnóstico e House destilando seu sarcamo e inteligência no percurso que indique uma cura. Quem não conhece, pode até pensar que não há graça no enredo dos episódios, mas o fato é que a série consegue repetir o mesmo tema com rara capacidade criativa, textos primorosos e claro, com a fantástica interpretação de Hugh Laurie. A nova temporada começou bem e o final do episódio deixou um gosto muito bom do que vém pela frente, já que o processo seletivo da nova equipe de diagnósticos promete render histórias primorosas e sem qualquer dúvida recheadas de um drama bem pontuado com humor inteligente.

Por Davi Garcia

 

HEROES 2X01 (Série) terça-feira 25 setembro, 2007

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Ep. 2×01 – Four Months Later (Inédito no Brasil)

Sinopse: Quatro meses depois dos eventos que culminaram no confronto entre Sylar e Peter, novos Heróis surgem. Hiro permanece no passado, e surpreende-se ao encontrar o mítico Takeso Kensei. No presente um rosto conhecido se despede e alguém que pensávamos estar morto ressurge. Claire em nova escola e mesmo tentando permanecer discreta acaba chamando a atenção de um estudante local. Outros heróis são apresentados.

Heroes

O esperado retorno de Heroes foi como o fim de sua 1ª temporada, apenas morno. Porém, diferente daquele final de temporada, ‘Four Months Later’ (Quatro Meses Depois) merece um certo crédito por ser apenas a introdução do novo capítulo da série. Os Heróis estão agora dispersos e divididos. A família Bennet vive com outro nome e em outro lugar tentando evitar atenções que denunciem o paradeiro de Claire, que por sua vez revela-se desconfortável com o modo de vida que precisa levar. Em Nova York, Parkman luta para cuidar de Molly, agora sofrendo ainda mais com os pesadelos causados pelo ainda misterioso ser que promete ser o grande vilão da temporada. Mohinder por sua vez, descobre-se envolvido com um homem (que também possui uma singular habilidade) e que representa um novo grupo que se diz capaz de ajudá-lo na jornada iniciada por seu pai. Enquanto isso um quase irreconhecível Nathan tenta conviver com o peso da escolha tomada no final da 1ª temporada. Para completar o time só faltou sabermos o paradeiro da loira Nikki/Jessica e de seu filho Micah, algo que certamente deverá ocorrer no próximo episódio. Mas e o Hiro? Bem, ele é um caso à parte.

Hiro foi ao longo da 1ª temporada o responsável por vários dos melhores momentos da série, e já nesse primeiro episódio ele mais uma vez rouba a cena (ainda que sua história esteja totalmente desconexa com a trama geral). A descoberta de que Takeso Kensei (David Anders, o Sark de Alias), seu mítico herói japonês não só era um gaijin (estrangeiro), mas também um sujeito errante e mais interessado no lucro do que na honra de qualquer batalha, certamente renderá a Hiro a interessante e certamente divertida missão de torná-lo exatamente a figura que lhe foi vendida como uma lenda.

Mas e os novos heróis? Confesso que não entendi qual é a de Maya. Ok que ela tem o ‘poder’ de matar quando acuada, mas e daí? E sobre o garoto que voa e está interessado em Claire? Será que ele sabe mais do que aparenta? Bem, é prematuro apontar qualquer situação, mas já arrisco dizer que ele pode ser uma espécie de espião seguindo os passos da loirinha quase indestrutível e trabalha para o grupo por trás da caçada ao pai de Hiro e da mãe dos irmãos Nathan e Peter Petrelli que obviamente não morreu e está perdido na Irlanda aparentemente sem memória. E foi isso. Pouco para uma estréia de temporada tão aguardada, não? Torçamos para que a trama engrene nos próximos episódios, porque apesar das diversas falhas, Heroes é uma série divertida.

Por Davi Garcia

PRISON BREAK 3X02 (Série) terça-feira 25 setembro, 2007

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Ep 3×02 Fire/Water (Inédito no Brasil)

Sinopse: Michael e Mahone tentam atrair o misterioso Whistler para fora de seu esconderijo. T-Bag ganha um pouco mais de statusna hierarquia da prisão quando o suprimento de água diminui. Lincoln encontra um rosto familiar e outro nem tanto durante sua jornada para libertar Michael.

Priosn Break

Mesmo não sendo tão tenso ou surpreendente quanto o primeiro episódio, Fire/Water ilustra bem o que deve ser a característica mais marcante deste início de temporada. A total falta de informação aliada ao exercício de juntar as peçcas que forem surgindo no divertido jogo de quebra cabeças. Afinal, quem é Whistler (na foto com Michael), o misterioso sujeito que guarda um interesse ainda não revelado para a Companhia e é o passaporte de saída de Scolfield da prisão Sona? Por que seu medo em ser morto? Será que ele guarda novos segredos ligados a mais uma conspiração? Perguntas que ficam e certamente movimentarão os próximos episódios.

Agora sobre a reaparição de Sucre e sua posterior decisão em ficar no Panamá, nenhuma surpresa, não é mesmo?. Surpreendente mesmo é a facilidade com que Lincoln ‘acidentalmente’ o encontrou pelas ruas. Aliás por falar em Lincoln é difícil crer em qualquer ajuda concreta por parte dele no sentido de facilitar o caminho do irmão preso. Tudo bem que o vimos aplicando velho truque de entregar um documento falso para seu algoz, mas sei lá, o cara não me convence como aliado decisivo fora da prisão que ele deveria ser e espero que essa percepção mude ao longo dos próximos episódios.

Na prisão mais uma vez vimos Bellick jogando de acordo com o que lhe interessa, o que mais uma vez justifica todo o calvário pelo qual passa desde que pisou em Sona (aliás destaque-se o trabalho consistente do ator Wade Williams). T-Bag também continua lambendo botas de quem está no comando e não desperdiça nenhuma chance de sacanear o Scolfield se puder. Já Mahone, cada vez mais afetado em função da abstinência, segue na busca desesperada de um caminho de fuga, que como já sabemos inevitavelmente terá que passar por algum plano feito por Michael. E foi isso. Como escrevi antes, nada realmente sensacional aconteceu neste episódio, mas ainda assim ele foi bem coerente com o que a trama desenha para a temporada.

Por Davi Garcia

PRIVATE PRACTICE (Série) segunda-feira 24 setembro, 2007

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Ep 1×01 In Which We Meet Addison, A Nice Girl From Somewhere Else (inédito no Brasil)

Sinopse: Addison aceita a oferta de trabalho recebida em Los Angeles e se demite do Seattle Grace. No novo trabalho dela vemos um pai frustrado de uma garota de 15 anos grávida que acaba de entrar em trabalho de parto; Uma mulher chamada Leslie acompanhando o trabalho dos médicos na tentativa de reviver o homem com que estava prestes a noivar, e uma mulher chamada Maria que tenta impedir a amante de seu falecido marido de tirar dinheiro dele.

Private Practice

Como fã de Grey’s Anatomy e da personagem Addison Montgomery, é triste ter que dizer que o spinoff da série médica escrita por Shonda Rhimes é extremamente decepcionante. Depois do fraco piloto visto na reta final da 3ª temporada de Grey’s, eu mantinha esperanças de que mudanças radicais fossem feitas no texto e na estrutura dá serie, mas a realidade é que Private Practice continua frustrante. Nada ali funciona com a naturalidade e graça vista na série que a gerou. O humor peculiar e o drama bem construído inexistem e até a bela atriz Kate Walsh, grande estrela dessa aposta da ABC fica apagada no meio do festival de equívocos cometidos na série. Private foi vendido como um drama adulto sobre médicos bem sucedidos encarando as dificuldades da vida pessoal, mas no fim das contas torna-se uma aborrecida colcha de retalhos sobre adultos bobos e infantis, com destaque negativo para os personagens de Paul Adelstein (o agente Kellerman da 2ª temporada de Prison Break) e o de Taye Diggs (da fracassada série Day Break). Eu ainda não sei se darei uma terceira chance à série (a segunda foi depois do piloto), mas é impossível deixar de dizer que se ela mantiver esse nível não vai durar muito tempo.

Por Davi Garcia

WHISPER (Filme) domingo 23 setembro, 2007

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Filme inédito no Brasil

Sinopse: Depois de sequestrar David, um garoto de 10 anos filho de uma rica socialite, Max Harper (Josh Holloway) e seus comparsas imaginam que o ‘trabalho’ seja garantia de dinheiro fácil. O que eles não sabem no entanto, é que o tímido David na verdade não é uma criança comum, já que ele é capaz de entrar nas mentes das pessoas e levá-las à perdição total. Logo Max vai desejar nunca ter sequestrado o garoto ou mesmo ter ouvido falar dele.

Whisper

Depois de ganhar projeção mundial como o golpista Sawyer na série Lost, Josh Holloway se junta à atriz de Prison Break, Sarah Wayne Callies e estrela seu primeiro filme como protagonista, um suspense sobrenatural que se não chega a inovar no conceito, segue a fórmula do gênero à risca garantindo alguns bons sustos e uma diversão descompromissada. Whisper conta a história de um sequestro que se transforma em terror para os criminosos quando a ‘vítima’, um garoto franzino de 10 anos, revela ter estranhos poderes capazes de jogá-los no pior pesadelo de suas vidas.

Engana-se quem pensa que o único ponto em comum do filme com a série Lost seja a presença de Holloway (aqui em atuação bastante semelhante à da série). Como o próprio título entrega, sussurros (whisper em inglês) fazem parte da trama e constituem peça chave no jogo de manipulação arquitetado pelo garoto David, e quem acompanha Lost, sabe bem que o mesmo acaba acontecendo nas misteriosas florestas que cortam a Ilha da série. Pena que os realizadores deste filme não tenham buscado mais inspiração na série, já que ao abrirem mão de um melhor desenvolvimento de seus personagens, apostam apenas nos sustos como sustentação da história, o que claro, diminui um pouco a graça do que caracteriza um bom suspense uma vez que acabamos não nos conectando totalmente com aquelas pessoas ou com a situação vivida por elas.

Por Davi Garcia

GOSSIP GIRL (Série) domingo 23 setembro, 2007

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Ep. Piloto (inédito no Brasil)

Sinopse: Baseada na popular série de livros Gossip Girl, o drama de mesmo nome leva o telespectador ao mundo de adolescentes privilegiados de uma elitista escola d Nova York. A história tem a assinatura de Josh Schwartz ( criador de The O.C) e direção de Mark Piznarski que já trabalhou em Veronica Mars. As protagonistas da série são Serena e Blair, duas jovens ricas e ex-amigas, cuja rivalidade é narrada pela misteriosa Gossip Girl.

Gossip Girl

Se havia um gênero no mundo das séries que eu evitava a todo custo até bem pouco tempo, esse era o das tramas que giravam em torno de adolescentes. E não por preconceito bobo ou algo parecido, mas pelo simples fato de não enxergar qualquer relevância ou mesmo interesse nos assuntos que essas séries geralmente abordavam. E isso devia-se em parte à pouca inspiração no texto e à caricatura quase sempre presente no gênero que parecia fadado a repetir a mesma fórmula continuamente. Mas aí surgiu Veronica Mars, e provava-se que era possível sim usar um ambiente totalmente dominado por adolescentes e construir uma série inteligente e que ainda diverte. Por isso, quando fiquei sabendo sobre a série Gossip Girl tempos atrás, logo me lembrei de ter lido e ouvido comentários elogiosos ao argumento da série de livros na qual a produção da tv se baseia e que àquela altura já estava bastante consolidada.

Gossip Girl é de fato uma série interessante. Tem os eternos clichês do gênero como a ‘boazinha’ versus a ‘má’, o carinha que fica dividido entre as duas, o bad boy da turma, a jovem que ainda não tomou partido e por aí vai. Contudo, o que a define como uma boa iniciativa sem dúvida nenhuma é a acidez com que se critica a elite que tenta esconder problemas morais e éticos, mas que está sempre pronta para trucidar o primeiro que pisar fora da linha em público, no eterno jogo de manipulação e sordidez que termina por moldar as personalidades dos jovens retratados ali. Outro ponto alto da série está na narração – feita pela atriz Kristin Bell, a Veronica Mars – bem dosada da autora do site que conta os podres da elite da escola e de suas famílias. Destaca-se também o fato de que apesar dos clichês, não vê-se aqui personagens totalmente bons ou maus, já que o retrato feito daqueles jovens é o de pessoas normais, com virtudes e defeitos, o que claro, ajuda a criar uma atmosfera muito mais interessante e que dá conteúdo à proposta da série que tem tudo para virar um sucesso de público e crítica.

Por Davi Garcia

K-VILLE (Série) sábado 22 setembro, 2007

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Ep. Piloto (Inédito no Brasil)

Sinopse: Dois anos depois do furacão Katrina ter arrasado a cidade de Nova Orleans, poucos continuam no departamento de polícia da cidade. Esses poucos policiais no entanto, estão determinados a trazer a vida de volta à Nova Orleans, então conhecida como K-Ville (Katrinaville), e eliminar o crime e os danos remanescentes. Na estréia da série, os policiais Cobb e Boulet saem à caça do assassino de uma cantora local durante um evento que visava levantar fundos para caridade.

K-Ville

Para ser simples e direto, K-Ville é um bom drama com elementos que tem chances de consolidá-la como uma série respeitável e que por tabela divirta provocando algumas reflexões interessantes. É prematuro dizer se terá vida longa, mas é sem dúvida uma iniciativa digna de nota já que o desastre que quase acabou com a histórica cidade de Nova Orleans é ainda hoje uma ferida aberta nos EUA e que gera debates na mídia.

O piloto dá o cartão de visitas nos apresentando uma série que consegue transformar o doloroso processo de reconstrução e recuperação de vidas e histórias em um bom drama de ação sobre a busca pela segunda chance. Contando com a dupla de policiais Marlin Boulet (Anthony Anderson numa atuação correta) e Trevor Cobb (Cole Hauser), como protagonistas, a série convence que a ficção por vezes pode sim extrapolar a realidade. Gostei da decisão dos produtores de não quererem explicar coisas demais logo de primeira, pois entendo que K-Ville fique mais interessante ao nos revelar pouco a pouco o desenvolvimento dos personagens no fantástico cenário da mítica cidade de Nova Orleans. Se ainda não viu, veja.

Curiosidade: Dois personagens de Lost participam especialmente do piloto da série. São eles, Ethan Rom (William Mapoter) e Bernard (Sam Andersonl). Outro rosto conhecido e que será regular na série, é o da atriz Twany Cypress, mais conhecida como a Simone da 1ª temporada de Heroes.

Por Davi Garcia